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Muro de solo reforçado (MSE)

Verifique a estabilidade externa, interna e a capacidade de um muro de solo reforçado com geogrelhas, com os fatores de segurança da NBR 16920-1 e o empuxo considerando a água.

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O que a ferramenta faz

Base técnica

Muro de solo reforçado (MSE, geogrelhas + face de blocos). No Brasil, ABNT NBR 16920-1:2021 (Tab. 2): deslizamento 1,5 · TOMBAMENTO 2,0 · capacidade 2,0 · ruptura/arrancamento do reforço 1,5 · núcleo central |e| ≤ B/6. Nos EUA os critérios são os da FHWA-NHI-00-043 p. 91: deslizamento 1,5 · capacidade **2,5** · arrancamento 1,5 · e o tombamento é declarado como **EXCENTRICIDADE** (|e| ≤ L/6 em solo, L/4 em rocha), que neste modelo equivale a FS ≥ 3,0 porque FSover = (B/2)/e. ⚠️ A resistência de CONEXÃO reforço–bloco (FS ≥ 1,5 nas duas normas) NÃO é verificada por esta ferramenta — exige a curva de conexão do sistema do fabricante — e isso é declarado no checklist, nos alertas e no memorial. Estabilidade externa (empuxo com água: 3 zonas — γ natural acima do N.A., γ submerso abaixo, + hidrostática), interna (tração/arrancamento por camada com fatores de redução RFcr·RFid·RFd) e capacidade (Vesić com B efetivo). Estabilidade GLOBAL é obrigatória e NÃO é calculada aqui — verificar na ferramenta de Taludes. O aterro reforçado deve ser granular/drenante.

Ferramenta de pré-dimensionamento: o resultado é auditável e rastreável, mas a decisão e a ART/RRT são do engenheiro responsável.

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